quarta-feira, 8 de maio de 2013

Campos Conexos


Administração de Consórcio: Administra o dinheiro recolhido dos participantes para a aquisição dos bens, de acordo com os interesses comuns dos consorciados nos termos do contrato e das decisões das assembleias.

Administração de Comércio Exterior: Gerencia as atividades comerciais da rotina de importação e exportação de mercadorias em todas as suas etapas: câmbio, transporte, comercialização. O administrador em Comércio Exterior pesquisa o mercado externo, para avaliar as possibilidades de transações, identificando oportunidades, estuda os costumes mercantis, alfandegários e fiscais dos mercados estrangeiros e presta serviços em finanças, recursos humanos e marketing.

Administração de Cooperativas: administração e análise dos investimentos e da organização da atividade agrícola nos assentamentos. Oferecer conhecimentos necessários para contribuir não somente com a produção de subsistência dos assentamentos, mas garantir a sua inserção competitiva no mercado agrícola e a consequente melhoria das condições de vida dos assentados.

Administração Hospitalar: planejar, organizar e dirigir atividades em um hospital, implantando rotinas e providenciando os equipamentos necessários para atuar de acordo com a política traçada pela alta direção. Cabe a este profissional esquematizar as funções do hospital, departamentalizando os serviços e delegando competências. Também estabelece planos contábeis com os profissionais encarregados, com os quais planeja, executa e controla um orçamento que prevê as receitas e despesas dos diversos departamentos. Ao lado do entrosamento interno, o administrador hospitalar preocupa-se com a imagem da instituição.

Administração de Condomínios: gerenciar o condomínio do seu edifício, conhecer seus direitos e obrigações da legislação vigente, ser um sindico profissional.

Administração Rural: conjunto de atividades que facilitam aos produtores rurais a tomada de decisões ao nível de sua empresa agrícola, com o fim de obter melhor resultado econômico, mantendo a produtividade da terra.

Administração Hoteleira: planejar organizar, supervisionar e gerenciar estabelecimentos de hospedagem, restaurantes, bares, entre outros.

Administração do Terceiro Setor: Administrar organizações sem fins lucrativos e não governamentais, como fundações, ONGs, entidades beneficentes e entidades sem fins lucrativos. 


Organização e Métodos e Programas de Trabalho


A unidade de racionalização administrativa e de produção com qualidade varia de empresa para empresa, podendo denominar-se: Serviço de O&M, Coordenação de Modernização Administrativa, Departamento de Sistemas e Métodos, Divisão Geradora de Qualidade, Comitê de Controle de Qualidade, Assessoria de Organização, Métodos e Qualidade, Comitê de Qualidade, Departamento de Qualidade, etc.
Objetivos básicos:
-Sensibilizar todos os integrantes da organização para a importância de participarem nas ações de reestruturação, de racionalização, de qualidade e produtividade desenvolvidas pela empresa; de participarem efetivamente dos programas de melhoria contínua dos processos e criar outros mecanismos que possam contribuir para a formação de uma cultura voltada para a produtividade, a qualidade e os clientes internos e externos;
-Pesquisar e estabelecer permanentemente o perfil dos clientes internos e externos, para favorecer medidas de ordem motivacional;
-Participar na elaboração de planejamentos estratégicos da empresa, analisando as suas condições internas e externas, propondo planos de ação;
-Processar a análise da estrutura organizacional, enxugando-a o máximo possível, redefinindo as competências das unidades, as atribuições dos dirigentes e assessores;
-Racionalizar os processos administrativos e operacionais - os serviços de uma maneira geral - aperfeiçoar o processo decisório, aumentando a produtividade e eliminando o desperdício;
-Planejar e desenvolver programas de reestruturação, racionalização, produtividade, qualidade e padronização (ISO 9000/ABNT);
-Identificar os pontos críticos da empresa, em conjunto com as unidades envolvidas;
-Desenvolver campanhas para fortalecer a interação entre os clientes internos, propondo incentivos para estimular a iniciativa e a criatividade;
-Buscar a padronização dos procedimentos, documentos e mobiliário;
-Estimular a criação de instrumentos de administração participativa como, por exemplos, os círculos de controle de qualidade e a gerência compartilhada;
-Possibilitar a troca de experiências que favoreçam ganhos de produtividade e qualidade entre todos os órgãos da empresa ou instituição.
-Criar meios para que as informações sejam transmitidas com rapidez e qualidade, com um mínimo de ruído possível e otimizar o uso das comunicações na empresa;
-Prestar assessoria aos executivos e orientar unidades e funcionários;
-Despertar otimismo e segurança dos recursos humanos, ao transmitir-lhes novas tecnologias.


TRABALHO PESSOAL

Por se tratar de uma função altamente especializada, requer um profissional do mesmo porte, com uma visão sistêmica de toda a empresa, sobre sua gestão de negócios, e sobre mercado onde atua.
Como agente de mudanças deve possuir os seguintes requisitos:
-Ser um eterno pesquisador: deve renovar suas metodologias e aperfeiçoar os seus conhecimentos de forma permanente, estando em contato com novas tecnologias, procedimentos e ferramentas de trabalho;
-Precisa ser versátil e possuir uma visão empresarial, para poder contribuir com o planejamento global da empresa;
-Possuir forte capacidade de análise e síntese, principalmente para processar diagnósticos organizacionais;
-Ser altamente criativo, pois são exigidas cada vez mais soluções para os diversos problemas organizacionais;
-Promover a integração interdepartamental, qualificando o processo de trabalho e a satisfação dos operadores, colaboradores ou clientes internos, valendo-se de seu trânsito livre por todos os setores da empresa, em função das características de seu trabalho;
-Capacidade de liderança para processar negociações, como definir responsabilidades, conduzir entrevistas e coordenar reuniões; Capacidade de observar e de ouvir: estar atento aos acontecimentos e ter perseverança e compreensão com outros no processo de mudanças na empresa;

sexta-feira, 3 de maio de 2013

Orçamentos Empresarial


A maioria das empresas de grande porte e multinacionais têm entre suas responsabilidades desenvolver orçamentos para seus períodos de operação. Um orçamento empresarial deve detalhar quais serão as receitas e despesas da companhia dentro de períodos futuros. A elaboração de um orçamento deve sempre ser feita com base nas previsões, nunca limitando a sua elaboração ao histórico, aos resultados e pressupostos passados. A adoção de uma estratégia deste tipo, de elaboração de orçamentos exclusivamente com base nos pressupostos passados constitui um erro estratégico, cujo resultado é invariavelmente o desperdício. Recorrendo a uma imagem simples, elaborar um orçamento desta forma é como conduzir um carro com os olhos exclusivamente postos no retrovisor. Um bom exemplo disto mesmo é o orçamento geral do Estado português, em que se verifica que os gastos dos últimos dois meses do exercício são cerca de dez vezes superiores ao do restante tempo do mesmo, no sentido de cada departamento minimizar o risco de ser alvo de cortes orçamentais no futuro. As empresas que elaborem os seus orçamentos com base unicamente no seu histórico revelam uma tremenda falta de objetivos. Em suma, quem não conhece o seu rumo, não tem ventos favoráveis. Uma vez delineados os objetivos estratégicos, que têm necessariamente que ser quantificados e pressupõem um consciência plena da situação em que a organização se encontra, ficarão a cargo da diversas áreas operacionais as iniciativas, regidas pelos planos de atividade. O orçamento, resultará precisamente do somatório destes planos de atividade, sendo que este período é vulgarmente designado por período de consolidação orçamental. Entende-se assim a necessidade de haver envolvimento pleno e coordenado de toda a organização na elaboração do Orçamento. Em síntese, um orçamento é um processo multi cíclico que culmina no equilíbrio entre os objetivos estratégicos, as iniciativas e os meios financeiros adequados à execução do mesmo. Um orçamento equilibrado pressupõe realismo, no sentido de não ser demasiadamente modesto, promovendo a desmobilização, nem demasiadamente irreal e inatingível, o que implica enorme sensibilidade de quem o elabora. De notar que a sensibilidade, enquanto virtude, não consta nos manuais, antes deriva da curva da experiência e da intuição, será também decisiva na resolução de problemas resultantes do orçamento, nomeadamente no combate aos vícios orçamentais e na interpretação de desvios ao mesmo. Embora não haja nenhum valor percentual previamente fixado para limitar os desvios orçamentais, eles carecem necessariamente de justificação. Desta forma, um orçamento é um instrumento de gestão. É um instrumento de implementação da estratégia da empresa. É um instrumento de motivação, de comunicação e de avaliação.

Administração Orçamentaria



Orçamento é o plano financeiro estratégico de uma administração para determinado exercício. Aplica-se tanto ao setor governamental quanto ao privado.
Orçamento empresarial tem como objetivo identificar os componentes do planejamento financeiro com a utilização de um sistema orçamentário, entendido como um plano abrangendo todo o conjunto das operações anuais de uma empresa através da formalização do desempenho dessas funções administrativas gerais.
Um orçamento, em contabilidade e finanças, é a expressão das receitas e despesas de um indivíduo, organização ou governo relativamente a um período de execução (ou exercício) determinado, geralmente anual, mas que também pode ser mensal, trimestral, plurianual, etc. O orçamento deriva do processo de planejamento da gestão. A administração de qualquer entidade pública ou privada, com ou sem fins lucrativos, deve estabelecer objetivos e metas para um período determinado, materializados em um plano financeiro, isto é, contendo valores em moeda, para o devido acompanhamento e avaliação da gestão.
O estudo do orçamento, segundo alguns autores, remonta à década de 1920. Na verdade, a gestão organizacional vem tendo saltos de qualidade desde a Revolução Industrial no Século XIX. Esta evolução na gestão proporcionou diversas técnicas na elaboração dos orçamentos, partindo do orçamento tradicional. Surgiu então o Orçamento de Desempenho, o Sistema de Planejamento, Programação e Orçamento (PPBS), o Orçamento Base Zero, o Orçamento-Programa, o Beyond Budgeting, o Rationalisation des Choix Budgetaires, dentre outras.
Entende-se por despesa todos os gastos da pessoa ou organização que podem, inclusive, ser classificados de acordo com os fins a que se destinam. Receita é sinônimo dos provimentos recebidos, que também podem ser classificados basicamente em receitas patrimoniais (relativas a rendas geradas por propriedades), rendas extraordinárias (essencialmente oriundas de operações financeiras, como empréstimos a juros) e rendas tributárias, exclusivas de governos.
Os orçamentos estatais ou públicos são representações dos diversos gastos de um governo, que envolvem saúde, educação, transportes, segurança e defesa, essencialmente. Uma das principais funções do poder político é definir o orçamento a partir das receitas geradas pelos impostos e outras formas de arrecadação. Essa atribuição recai tanto sobre o poder executivo quanto sobre o poder legislativo, nas democracias: o executivo propõe e fiscaliza a execução do orçamento, e o legislativo analisa e aprova-o. No Brasil, a partir da promulgação da Constituição Federal de 1988, o Chefe do Poder Executivo possui a competência de iniciar as leis que estabelecerão o Plano Plurianual (PPA), as Leis de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e o orçamento (LOA). No Brasil, o órgão responsável pela elaboração e acompanhamento do orçamento público federal é a Secretaria de Orçamento Federal (SOF), do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG). Em Portugal, esse órgão é a Secretaria de Estado do Orçamento, do Ministério das Finanças.
A maioria dos estados também prevê mecanismos de fiscalização do orçamento público por parte do poder judiciário. O Brasil adotou o processo misto, onde o Executivo elabora o projeto de lei do orçamento, para posterior encaminhamento ao Legislativo, que o emenda e aprova-o. A própria Constituição Federal estabelece que cada Poder deve acompanhar e avaliar sua execução financeira, contábil, dentre outras, tendo o Legislativo a competência de exercer o Controle Externo das coisas públicas.
A parte do Direito que estuda as leis sobre orçamentos públicos é o Direito Fiscal ou Orçamentário, ramificação do Direito Financeiro.
Apesar de ser planejado com mais ou menos cuidado, um orçamento pode ser cumprido à risca, ou com sobras ou com falta de recursos planejados.