"É a área mais importante da empresa. É de onde vem o primeiro
sinal de que tudo vai bem, ou não". Por isso, ele recomenda que o
empreendedor saiba exatamente quais são as fontes de receita, de custos e
despesas e, mais do que isso, o que elas representam para o negócio.
É preciso sempre ter em mente o "ponto de
equilíbrio", momento em que o capital que entrar passará a ser lucro - e poderá
ser usado tanto para usufruto próprio, como para reinvestir no negócio. Outra
dica é estabelecer, desde o começo, o valor do pró-labore. "O empresário
precisa ter claro qual a sua dependência financeira para, a partir daí,
determinar uma quantia. Isso não pode ser subjugado e nem precisa ser um
segredo. Ajuda em um controle de caixa efetivo". Nas grandes organizações, um - ou vários - departamentos se ocupam de
cuidar das finanças. Se o empreendedor não possui colaboradores com essa especialização
e ele próprio não tiver conhecimento do assunto, vale recorrer a cursos rápidos
e consultorias.
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